Paranoia chamada amor…
Começa tão instantaneamente, tão inesperadamente, é tão surpreendentemente maravilhosamente encantador…
Se torna a coisa mais linda, mais emocionante e a mais importante
da nossa vida, que consegue nos fazer esquecer todo o resto,
como se nada mais importasse, como se nada mais fizesse sentido…
Como se tudo a partir daquele momento, tudo o que fazemos,
tudo o que queremos ou sentimos,
fosse baseado em algo que vai além disso tudo…
Algo mais importante que tudo e que todos….
E é como uma droga, que vamos ficando mais e mais viciados,
com o passar do tempo, vemos que já estamos envolvidos,
envolvidos nessa droga, que vai nos consumindo e consumindo….
E não há remédio que a faça parar….
Mas, apesar desse vício frenético que não nos abandona,
nós ainda queremos mais, e queremos de uma tal forma inexplicável…
Queremos da forma que acaba tirando nosso apetite.
Queremos da forma que acaba tirando nosso sono.
Queremos da forma que acaba tirando nossa paz.
Queremos da forma que acaba tirando nosso interesse em qualquer outra coisa.
Queremos da forma que também inexplicavelmente acaba tirando nossa dor…
E você vai se tornando tão dependente daquilo…
Como se o mundo fosse acabar quando essa sina acabasse.
É como uma bolha, que vai crescendo mais, e mais, e mais….
Quando você vê, já é tarde demais… você já faz parte daquilo…
E fica lá… torcendo para que ela não estoure antes do tempo.
Mas mais inexplicavelmente ainda acaba nos trazendo algumas dores…
A dor do ciumes.
A dor da solidão.
A dor da saudade.
A dor do medo.
A dor que conhecemos o remédio, mas se quer somos capazes de utilizá-lo..
Pois afinal, tudo isso faz parte do processo dessa loucura…
Insistimos ainda nas dúvidas cruéis que vem como consequência dessa entrega
toda onde os “Será’s ?” aparecem para nos tirar o sossego…
para nos atormentar e duvidar da nossa capacidade e da dos outros…
Duvidar da nossa confiança e da dos outros…
Duvidar de nós mesmos e dos outros.
Mas de um jeito ou de outro… essa adrenalina toda,
essa insegurança toda é tão natural e tão normal de se viver que acabamos nos
acostumando…
Só me intriga, que vamos nos acostumando com tantas coisas,
que acabam ficando tão entediantes e vão caindo na rotina…
Onde vai parar aquela empolgação toda da descoberta?
Se alguém descobrir o paradeiro dela, por favor me avisem pois nunca quero
perdê-la de vista!
E como de esperado, vamos perdendo a vontade que nos aventurar neste quebra-cabeça…
vamos perdendo o medo…
as dores…
o vício…
a insegurança….
Vamos entrando num estado tão confuso que duvidamos de nós mesmos e dos
outros de novo …
mas de um jeito diferente …
Um jeito enjoado.
Onde nada está como queríamos que estivesse,
onde nada está perfeito como gostaríamos…
E quando o fio está prestes a estourar…
percebemos que ainda há chances de sentir tudo aquilo de novo…
de tentar fazer dar certo só por que você sabe que é o certo a fazer…
E quando vamos colocar isso em prática, como um resgate…
Vem uma tempestade, um desastre natural que vai te derrubando,
te destruindo, te deixando em pedacinhos,
acabando com tudo o que ainda há de bom em você…
Chamada “NÃO”.
Ela vem do outro lado…
Vem com poucas palavras…poucas mais muitas das que nunca queremos ouvir…
NÃO posso mais…
NÃO consigo mais…
NÃO aguento mais…
NÃO QUERO MAIS.
Esse quatro NÃO’s já são suficiente pra acabar com 1 dia
1 mês,
1 ano ou mais que poderiam ser vividos em plena felicidade e harmonia na sua
vida…
É onde voltam alguns estados do começo…
onde você perde o sono…
o apetite, etc…
A princípio, você culpa o outro lado…
depois culpa o mundo…
depois você se culpa, pela incapacidade de ter conseguido fazer dar certo…
Você cria uma ferida, que toda vez que está cicatrizando, você vai lá e abre de
novo…
E ela vai ficando cada vez maior e maior…
e você se pergunta quando isso vai parar…
Mas, com o tempo… querendo ou não…
Ela vai embora… ela cicatriza.
Como se nunca estivesse ali…
como se nada tivesse acontecido…
apenas deixando uma marquinha…
tão insignificante, tão fácil de se ignorar…
Claro que de vez em quando você lembra dela…
Mas se torna cada vez mais fácil de esquecer, conviver.
E cada vez que você olha pra ela, sorria e lembre que foi apenas um dos
aprendizados da vida…
Que você é livre pra fazer ou ser quem você quer !
Livre pra fazer suas escolhas…
Livre pra sentir o que quiser…
Livre pra voar, o mais alto ou o mais baixo que quiser,
na direção que quiser…
Na companhia que quiser!
No fim,
é só você contra você mesmo! ;)
Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? Marley&Eu
(Source: p4n3m)
Via Join us
Abrindo a geladeira para procurar algo para comer:
Expectativa:
Realidade:
(Source: 100-ideias)
Um dia o marido estava assistindo futebol, então sua mulher diz: “mor, a pia está pingando, tem que trocar o cano” e ele responde: “está escrito encanador na minha testa?” Um tempo depois ela diz: “mor, tem que arrumar o degrau da cozinha” e ele responde: “ta escrito pedreiro na minha testa?” mais tarde ela volta: “mor, tem que trocar a lâmpada do banheiro” e ele diz: “ta escrito eletricista na minha testa?” Cansado disso, ele foi dar uma volta. Quando voltou, percebeu que estava tudo feito, a pia arrumada, o degrau concertado, e a lâmpada trocada. Então ele entra, e pergunta para sua mulher: “você que fez tudo isso?” ela reponde: “não, passou um homem muito bonito na rua, e disse que faria tudo pra mim, mas com uma condição, ou eu fazia um bolo, ou eu ia pra cama com ele” o marido assustado perguntou: “e você fez o bolo né?!” ela reponde: “ta escrito Dona Benta na minha testa?”
(Source: ohhoney-herecomesalullaby)
Jogando qualquer tipo de esporte que envolva uma bola.
Expectativa:
“LIKE A BOSS”
Realidade:
“Espera, deixa que eu peg….caiu”
(Source: a-inconstante)
A diferença entre o homem e a mulher depois do fim do namoro.
Homem:
Primeiro dia:
Uma semana depois:
um mes depois:
Mulher:
Primeiro dia:
Uma semana depois :
um mes depois:
A menos que você seja a Bella Swan
primeiro dia:
uma semana depois:
um mes depois:
(Source: sou-fa-mcfly)


























